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Cenapesq é destaque em matéria do Jornal do Commercio

Terceira mais concorrida no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) do Ministério da Educação (MEC), a Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) teve 95.948 candidatos interessados em estudar em um dos três câmpus da instituição (Dois Irmãos, no Recife, Garanhuns, no Agreste, e Serra Talhada, no Sertão).

Mas só 3.240 conquistaram vagas. Esses estudantes vão se deparar com uma universidade em que alunos, professores e funcionários se dividem entre elogios e críticas. Mas, as queixas se sobressaem. Laboratórios defasados, prédios inacabados e infraestrutura deficiente são alguns dos problemas destacados pela comunidade universitária da Rural, formada por cerca de 15 mil pessoas.

A situação do curso de zootecnia ficou tão ruim que os alunos  fizeram uma greve, dez dias atrás, para cobrar investimentos. “O calor é excessivo nas salas de aulas. As constantes quedas de energia atrapalham as pesquisas. Não temos banheiro para tomar banho depois de aulas práticas com animais”, diz Alessandro Soares, aluno do 4º período.

Chefe do Departamento de Zootecnia, o professor Wilson Dutra conta que o Laboratório de Digestibilidade de Animais Não-Ruminantes começou a ser construído seis anos atrás e nunca terminou. “São coisas desse tipo que vão nos desgastando, desmotivando. Trabalhamos na base da gambiarra, improvisando”, observa. No Laboratório de Pequenos Ruminantes, não faltam bons equipamentos, avaliados em R$ 200 mil “Mas não usamos porque a rede elétrica não suporta. O ensino prático fica prejudicado”, afirma o coordenador da Pós-Graduação em Zootecnia, Francisco Carvalho.

No hospital veterinário, único do Recife que atende animais de estimação gratuitamente, os alunos de medicina veterinária também reclamam das precárias condições. “O positivo da Rural é o corpo docente. Temos ótimos professores. O negativo é que faltam muitas coisas. No hospital não há instrumentos, material e medicamentos suficientes”, comenta José Alexandre Melo, do 7º período de veterinária. “Falta gente para trabalhar, falta mais verba do Ministério da Educação. Apesar das dificuldades, o hospital funciona”, enfatiza a professora Glória Potier, que no próximo ano completará 30 anos como docente da UFRPE.

No câmpus de Dois Irmãos, no Recife, a universidade conta apenas com uma biblioteca para atender os alunos. Em janeiro de 2012 teve início a construção de outra biblioteca, num investimento de R$ 5,6 milhões. Dez meses depois, em outubro de 2012, a obra foi interrompida. Erros estruturais motivaram o embargo, solicitado pela reitoria. Na unidade acadêmica de Garanhuns, o hospital veterinário foi construído, mas ainda não funciona. Em Serra Talhada a situação é mais séria. “Os prédios onde vão funcionar a biblioteca, os laboratórios, as salas de professores e casa do estudante estão abandonados. A obra teve início mas não terminou. Já denunciamos ao Ministério Público”, ressalta o estudante Cloves Silva, do 6º período de letras.

Bons laborarórios, com modernos equipamentos, também fazem parte da estrutura da UFRPE. Foto: Guga Matos / JC Imagem
Bons laborarórios, com modernos equipamentos, também fazem parte da estrutura da UFRPE. Foto: Guga Matos / JC Imagem

A despeito das críticas sobre a precariedade de alguns laboratórios, chama a atenção o Centro de Apoio à Pesquisa (Cenapesq). No local existem quatro modernos laboratórios: de biotecnologia, de informática, de microscopia e de instrumentos e análise. “São muitas oportunidades de fazer pesquisa e com boa oferta de bolsas. A formação na Rural é de qualidade”, garante Rogério Veloso Filho, do 9º período de biologia.

INVESTIMENTOS

À frente da UFRPE há um ano e oito meses, a reitora Maria José de Sena está investindo na melhoria da infraestrutura da universidade. “Todas as salas de aula serão climatizadas e terão novos quadros. Vamos começar pela zootecnia. Haverá também TVs de tela plana”, informa a reitora. O prédio onde funciona o curso de zootecnia também ganhará novos banheiros.

A rede elétrica da instituição passará por reforma, inclusive com a construção de subestações. Câmeras e novas guaritas irão reforçar a segurança. “Contratamos uma empresa para fazer pequenas obras e reparos na universidade. Foi criado um grupo para acompanhar as obras de perto”, diz Maria José. A construção da biblioteca será retomada em fevereiro, mesmo mês que a reitora pretende abrir o hospital veterinário de Garanhuns.

“Infelizmente não depende da nossa vontade. A empresa de Serra Talhada abandonou a obra. Foi multada em R$ 350 mil”, explica.
Sobre a falta de material, a reitora afirma que todos os departamentos da universidade tiveram até 31 de agosto do ano passado para enviar o planejamento de itens para 2014: “Quem mandou teve o material comprado”.

Postado por mazevedo (http://jconlineblogs.ne10.uol.com.br/blogdofera/2014/01/18/ufrpe-de-constrastes/)

Reportagem do Jornal do Commercio Publicado em 18/01/2014, Às 22:31
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Publicado em 18/01/2014, Às 22:31